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Diretoria Pro-Tempore




“NON OMNIS MORIAR”
Não morrerei por inteiro!

O aforismo idealizado para representar o sentido e pensamento da Academia Paulista de Medicina Veterinária – APAMVET será o seguinte: “non omnis moriar”, cujo significado na última flor do Lácio, como Olavo Bilac – “o Príncipe dos Poetas Brasileiros” denominou o idioma português é “não morrerei por inteiro”.

Com essas orgulhosas palavras Horácio concluiu sua Coletânea de Odes, no ano 20 d.C. certo de que sua obra lhe granjearia a imortalidade poética. A frase, ainda é famosa e citada para representar “status” de notoriedade imorredoura entre poetas e intelectuais de todos os tempos: o de uma obra superar, por sua fama, os limites, aparentemente, intransponíveis da morte de seu autor.

Por extensão esse apotegma, também, tem sido aplicado a quem conquistou notoriedade digna da imortalidade, por outro feito notável – não necessariamente de caráter poético e literário – ou mesmo, banalmente mortal, a propósito da lembrança que alguém ilustre deixou após sua morte.

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Reminiscências e Historia da Veterinária



Recentemente recebi como uma agradável surpresa uma mensagem no Face Book do Confrade Felipe Wouk, ao final da intrigante matéria houve um questionamento: “qual sua opinião sobre o tema? Você é um incentivador da caligrafia com seus filhos? Faça um comentário!

A mensagem do estimado amigo Felipe Wouk, como sempre tem o pendão de me fazer refletir e rememorar o passado de nossa Educação! O artigo: “Não acabem com a caligrafia: escrever à mão desenvolve o cérebro” foi uma boa leitura, esclarecida por significativas fotos que me estimulou a me manifestar a respeito. E, isso faço como uma reminiscência de minha formação acadêmica e social, lembrando até de minha meninice.

Fato mais recente, entre os muitos que me preocupam refere-se à posição que os estudantes atuais, criança ou jovens universitários em punham uma caneta -= geralmente uma Bic – como as do nosso Presidente, que exige relativa força para conseguir-se uma boa escrita.

Caixa de Texto: Forma ideal de pegar a canetaEm artigo recente que li, o articulista esclarecia que a idade para se iniciar a escrita era na infância antes de se apreender a ler. Neste momento, o cérebro estaria se aprimorando para as manipulações manuais mais delicadas. Ai a criança criaria a habilidade mecânica para a perfeita empunhadura da caneta e a ter uma boa caligrafia cursiva. Passado este estágio, que não é maior do que um ano, a criança perde aquele potencial de aprimoramento mecânico para uma boa escrita... e não terá mais a habilidade exigida para um calígrafo e assim aparecem algumas “pegas” de canetas como as que aparecem na ilustração do artigo! Agora entendo, o conjunto de aparelhos e equipamentos da Escola de Caligrafia que frequentei para melhorar a caligrafia – totalmente destruída na atividade de copiar as aulas do cursinho e da própria universidade (conseguia escrever na velocidade da fala dos professores – em detrimento da beleza da caligrafia).

Para mim não houve dificuldade pois como filho de imigrantes (pai alemão e mãe russa), não tive “língua-mãe”, pois aprendi meu idioma nas ruas de uma Pauliceia, ainda desvairada da década de 1930. Mas meu pai apesar de imigrado ao Brasil/São Paulo com menos de 10 anos de idade sabia, atavicamente, que o progresso só viria com a educação e boa formação profissional. Assim, na minha formação desde que comecei o meu “bê-a-bá” ouvia a questão: como estão as letras, capricha na caligrafia! Diga-se de passagem, que meu pai tinha uma bela caligrafia, com letras inclinadas e firmes, com letras iguais em forma, tipo e tamanho. Tipo de letra que só voltei a ver em meus estágios de pós-doutoramento na Alemanha.

Os equipamentos de aprimoramento da empunhadura da caneta eram metálicos, com molas e cintas de fixação (assemelhavam-se a instrumentos de tortura) – felizmente não precisei os utilizar! Pois meu treinamento como caligrafo se iniciou utilizando os cadernos de caligrafia (com quatro linhas, denominadas de Céu, Mar, Terra e Poço, dando quatro possibilidades de altura das letras.). As páginas do caderno, daria possibilidades de treinar a escrita, com as linhas e espaços para letras minúsculas e letras graúdas. Escrevia-se, inicialmente, com lápis e depois com “canetas com penas” e tinteiros – adaptados às carteiras ou com o tinteiro dentro duma caixa de papelão (com saída apenas da tampa, evitando que, desastrosos, virássemos o vidrinho de tinta e manchássemos todo o caderno, cadeira e roupas).

Assim na evolução da minha formação acadêmica passei do lápis, para a caneta com pena metálica e tinteiro, evoluindo no curso universitário para a caneta tinteiro (ainda adoro minha antiga Pelikan, substituída na Alemanha por um Pelikan tradicional que permite cambiar a as penas de ouro 18K.

Mas a vida nem sempre é progresso, pois ao considerarmos as canetas passamos à era das esferográficas que exigem força para uma boa escrita.

Atualmente fui atingido por esse suposto progresso! A ele, eu paguei um grande tributo, na Alemanha na década de 1970, quando fui captado pelas modernas esferográficas: belas, metálicas, pesadas e lisas! Foi uma época que escrevi muito: a nova tese, as aulas e a intensa correspondência... a mencionada caneta – pelo esforço da escrita, causou um derrame da bolsa sinovial do punho, causando um cisto sinovial, necessitando ser puncionado, com aplicação de corticosteroides. A evolução desfavorável, comprometeu a articulação do osso escafoide e do ligamento lateral. E, consequentemente, voltei a escrever com lápis e caneta tinteiro e atualmente com canetas de ponta de gel, exigindo sempre menos esforço e as letras, formando uma caligrafia quase que detonada. Dificuldades articulares que permanecem até hoje, quando passei a ser um digitador – que “cata milho com dez dedos”, mas galhardamente sou garantido por meu Diploma de Datilografia (da década de 1950) da Escola Remigton, comprovando a escrita de 22 palavras por minuto! -

Atenciosamente,

Prof. Dr.Eduardo Harry Birgel
CRMV-SP 00018
Presidente da APAMVET

-----> Não acabem com a caligrafia: escrever à mão desenvolve o cérebro

26 de maio de 2019 às 21h33


Por sobrecarga de atividades e pela pressão de tempo para a impressão do livro “Virtuosa Missão”, não houve possibilidade da inclusão no item de Hospitais Veterinários, aquele mais antigo que existiu em São Paulo: o Hospital Veterinário da UIPA/União Internacional de Proteção dos Animais, anexado a um Asilo e Cemitério Zoófilo. Ele se localizava na rua França Pinto nº 400; todavia na década de 50 do século passado houve completa transformação viária na região e a rua onde estava o Hospital da UIPA, transformou-se na nova Avenida Quarto Centenário (com a criação do Parque Ibirapuera). A criação daquela que hoje é a mais antiga associação civil do Brasil: a União Internacional Protetora dos Animais, ou UIPA ocorreu em 30 de maio de 1895 pelo Dr. Ignácio Wallace da Gama Cochrane (bisavô do atual Edil da Câmara Municipal de São Paulo - Eduardo Matarazzo Suplicy). Mais informações aparecem no arquivo atachado “A criação da União Internacional de Proteção dos Animais em São Paulo”.

Em outro texto correlato considera-se a existência do Hospital e Cemitério de Animais do Ibirapuera; destaca-se, realmente, as atividades do “Hospital, Azilo e Cemitério Zoofilo, como diz a placa de entrada da Instituição - União Internacional de Proteção dos Animais/UIPA. O Hospital foi inaugurado no dia 15 de novembro de 1929, sendo a unidade denominada de Pavilhão Dr. Marcelo Thiollier. No artigo do jornalista Douglas Nascimento do Site São Paulo Antiga: Hospital e Cemitério de Animais no Ibirapuera encontram-se informações complementares.

-----> 1 - Criação da União Internacional de Proteção dos Animais UIPA em São Paulo/Brasil.

-----> 2 - Hospital e Cemitério de Animais no Ibirapuera..

24 de abril de 2019 às 21h33


A Página da APAMVET tem, também, como escopo apresentar informações que sejam reminiscências da história de São Paulo; lembrando de tempos passados que os confrades viveram ou tiveram conhecimento, sem o prazer de os viver.

Hoje vou considerar com os prezados visitadores um momento que não vivi, pois nasci em 1932, mas recordo de na infância ter ouvido falar no assunto, que hoje transmitirei através de texto encontrado na mídia solicitando compartilhamento.

Como toda cidade do mundo, São Paulo tem lá seus mistérios, um dos quais pode deixar o paulistano curioso: a história do pouco conhecido e pouco explicado Arco do Triunfo de São Paulo que existiu por aqui nas primeiras décadas do século XX. Agora vamos explicar tudo direitinho!

Tudo começa em julho de 1921, quando a Prefeitura de São Paulo e a Presidência do Estado (aquela época o governo estadual chamado de presidência) receberão, como hóspede oficial o Presidente da República, na oportunidade Epitácio Pessoa.

No gabinete do então Prefeito da Cidade de São Paulo - Firmiano Pinto, além de toda a pompa e cerimônia queriam tornar o evento numa visita inesquecível. Para tanto, planejaram e executaram uma construção (Arquitetura efêmera, nome que se dá para construções feitas com objetivos expositivos para celebrações, visando durar durante um breve período de tempo.).

-----> Veja a história completa no link: Arco do Triunfo de São Paulo.

24 de abril de 2019 às 21h33


Como reminiscência da Universidade de São Paulo de da Faculdade de Medicina Veterinária que cursei no período 1954/1957 - na Rua Pires da Mota 159, apresento como recordações a proposta que tínhamos para nos transferir para o Campus da Universidade de São Paulo - no Butantã [o que seria o atual CUASO - Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira). A nós que fomos transferidos, inicialmente para os Barracões provisórios (por mais de 30 anos), numa localização destinada à Escola Politécnica, tínhamos reservado um local, numa região da central do Campus. Mas no final fomos deslocados para a periferia da USP, na Av. Corifeu de Azevedo Marques . Foi até justo recebermos uma pequena Avenida com o nome de um dos nossos baluartes Av. Orlando Marques de Paiva, nº 87... Porem a placa de rua que homenageava nosso primeiro Magnífico Reitor Prof. Dr. Gabriel Silvestre Teixeira de Carvalho, teve sua placa no CUASO duas vezes cassada: a primeira quando chamaram a Rua que o homenageava de Gabriel Silvestre Varela de Carvalho e a segunda, após pedirmos a retificação simplesmente foi retirada. E na nova estrutura viária a placa foi retirada e como dizíamos então: acabaram com o "Beco do Tio Bié" [ Nos tempos de estudantes chamávamos o estimado Professor Gabriel de Tio Bié, pois além de seu filho Fernando Varela de Carvalho, na FMV/US estudaram dois sobrinhos - Professores Dr. Paulo de Carvalho Pereira e Gabriel de Carvalho Maugé [Veterinário francês radicado em São Paulo e um dos veterinários participantes do controle da Peste Bovina no Brasil (Osasco 1922)] - Creio que vale a pena ler a notícia que saiu no Jornal Virtual da USP, bem como o livro d arquiteta Neyde Joppert Cabral: A Universidade de São Paulo – Modelos e Projetos. / Editora da USP (Edusp)com 584 páginas, R$ 192,00.

-----> Clique Aqui...

28 de fevereiro de 2019 às 21h33


Com satisfação a Academia Paulista de Medicina Veterinária divulga um pequeno resumo da Biografia de uma Grande Cantora Brasileira - BIDU SAYON, que se viva estivesse neste mês de maio completaria 116 anos.Mas a exímia cantora lírica brasileira faleceu com 96 anos de idade (13 de março de 1999).

O texto que apresentamos e de autoria da Acadêmica Ivete Cassiani Furegatti da 3ª Cadeira de Artes da Academia de Letras, Ciência e Artes da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo / AFPESP.

-----> Texto de autoria da Acadêmica Ivete Furigatti

-----> De Heitor Villa-Lobos - Bachiana Brasileira nº 5 - Uma raridade para ouvir e degustar!!!

04 de maio de 2018 às 21h33


José Aldo Rebelo Figueiredo (Viçosa, 23 de fevereiro de 1956) é um jornalista e político brasileiro, atualmente, membro do Partido Socialista Brasileiro (PSB), tendo sido vereador a cidade de São Paulo entre 1989 e 1991 (pelo PCdoB) e deputado federal pelo estado de São Paulo por seis mandatos. Em sua carreira politico/administrativa foi presidente da Câmara dos Deputados e (28/09/2005 a 31/01/2007). Entre 27/10/2011 e 01/01/2015 foi Ministro de Estado dos Esportes, deixando o cargo para assumir o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, do qual saiu em 02/10/2015 para assumir o Ministério da Defesa, no qual ficou até 12/05/2016.

É conhecido pela postura nacionalista, e por projetos às vezes polêmicos, como o de redução de estrangeirismos na língua portuguesa, que na época teve grande repercussão.

No momento temos a oportunidade de apresentar dois artigos que publicou no Jornal o Estado de São Paulo demonstrando sua vontade de defender as tradições de nossa terra, na leitura desses textos devemos nos abstrair dos possíveis pensamentos políticos.

O primeiro deles é uma defesa aos monumentos que homenageiam momentos políticos de tempos passados e q ue foram significativos para a Historia Brasileira: Bandeirantes – passado, presente e futuro.

No segundo (A vaquejada e a morte do sertanejo) ele defende as tradições das vaquejadas, significativa tradição dos ambientes pecuários do País, que tinha sido praticamente proibidas pelo STJ, ao não considerar inconstitucional medida legislativa do Estado do Ceará que proibia a Vaquejada naquele Estado. Posteriormente, à publicação do artigo, o Congresso Nacional regulamentou essa prática, permitindo sua realização no Brasil.

-----> Bandeirantes – passado, presente e futuro

-----> A vaquejada e a morte do sertanejo

17 de dezembro de 2017 às 20h33


A Apamvet, através sua pagina eletrônica www.apamvet.com tem procurado difundir alguns momentos históricos das Ciências Veterinárias Brasileira e particularmente a Paulista. Por ser oportuno apresenta-se agora um histórico artigo produzido em 2009 pelo Acadêmico Hélio Ladislau Stempniewiski, relatando a introdução da criação de trutas no Estado de São Paulo, em 1949: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Ordem: Salmoniformes; Família; Salmonidae; Género: Oncorhynchus; Espécie: O. mykiss - Nome binomial Oncorhynchus mykiss ( Walbaum, 1792).

Para gáudio dos apreciadores da piscicultura apresenta-se o artigo: A Trajetória da Truticultura no Estado d São Paulo, no Período de 1949 a 1999, de autoria do Acadêmico Hélio Ladislau Stempniewiski /maio de 2009. Segundo o autor: “Pode-se observar que, na trajetória dos acontecimentos que envolveram os estudos relativos à Truta em nosso meio, as metas foram atingidas paulatinamente. Entretanto, o estágio atual do conhecimento foi alcançado somente graças ao trabalho de uma plêiade de técnicos que, superando problemas altamente complexos, fizeram da Estação de Salmonicultura "Ascânio de Faria" um centro de estudos conhecido e respeitado em todo o País.”

-----> A história da introdução da truta no Brasil

31 de outubro de 2017 às 22h33


Nos atuais momentos onde, tanto na mídia eletrônico, como na escrita e falada se discute e se discorre as mais variadas teorias da “Carne fraca” para alguns ou “Carne Podre” para muitos outros. Sem entrar no mérito da questão, que deveria ser considerado apenas pelos especialistas do assunto, aproveito para rememorar a última entrevista concedida pelo Prof. Dr. Miguel Cione Pardi em 2000 à Revista do CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária). O ilustre professor Dr. Miguel Cione Pardi faleceu a 9 de julho de 2005, em Niterói RJ e era considerado um dos mais abalizados cientista e docente na área de Inspeção de Produtos de Origem Animal, particularmente da carne e seus derivados. Nesta interessante entrevista ele fez um resumo da história da Inspeção Federal de Alimentos no Brasil. As informações foram baseadas no Currículo que serviu de prefácio à entrevista do: Professor Dr. Miguel Cione Pardi, médico veterinário e em vida ocupou a 15ª Cadeira da Academia Brasileira de Medicina Veterinária/ABRAMVET. Patrono da Academia Brasileira de Medicina Veterinária, cujo Patrono era o ilustre Prof. Dr. Otto Magalhães Pecego.

-----> Leiam a entrevista acessando do Link o ilustre veterinário Prof. Dr. Cione Pardi

23 de abril de 2017 às 19h33


A Academia Paulista de Medicina Veterinária – Apamvet aproveita a ocasião para destacar um histórico momento da Medicina Veterinária, destacado em artigo do Caderno Jornal do Carro do Jornal o Estado de São Paulo. No mencionado artigo destaca os momentos quando o Veterinário escocês John Boyd Dunlop, para resolver um problema familiar, com habilidade desenvolveu um sistema de proteção das rodas do triciclo do filho – evitando assim os frequentes acidentes da criança. Os tubos de látex foram os pioneiros pneus dos triciclos e das bicicletas, para finalmente originarem os pneus dos automóveis. Por tal razão o Veterinário Dunlop foi considerado “o inventor dos Pneus”. A seguir, há destaque a outros fatos da história tecnológica do desenvolvimento da indústria dos Pneus, como quando descreve a venda dos direitos da patente de inventor para Harvey Du Cros, presidente a Associação Ciclística da Irlanda.

Anexa-se, ainda, o Artigo do mesmo “Jornal do Carro” sobre: ”O pneu e seus segredos”.

-----> Leia as noticias acessando o link

01 de setembro de 2015 às 20h33


Recentemente, em março de 2016, o Conselho Regional de Medicina Veterinária no Estado do Paraná lançou uma Edição Especial da Revista CRMV-PR, homenageando as Médicas Veterinárias no dia Internacional da Mulher [oito de março]. Veja as informações completas nos anexos: texto da APAMVET e a Revista do CRMV-PR (Edição Especial - março de 2016)

-----> Edição Especial da Revista do CRMV-PR - Março de 2016

-----> Revista CRMV-PR Mulher

04 de maio de 2015 às 22h33


Num momento que se vive a história, não só do Brasil, mas de todas as suas Instituições, indo desde pequenas conversas entre amigos, como nas grandes manifestações, é oportuno voltar ao belo passado de nossas instituições e de São Paulo ou do Brasil. Assim voltamos ao passado e numa bela Reminiscência de nossa Profissão, fazemos uma homenagem aos Médicos Veterinários da Primeira Turma de Graduandos da Escola Superior de Agronomia e Medicina Veterinária do Rio de Janeiro / 1917.

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22 de março de 2015 às 19h33


A APAMVET participou da Semana de Arte e Cultura da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, na oportunidade em que a FMVZ promoveu reuniões enaltecendo os “80 anos de implantação da Universidade de São Paulo”, como uma das Faculdades criadoras da Universidade. Nesse conjunto de eventos, no dia 31 de outubro de 2014, coube ao Presidente da APAMVET – Professor Doutor Eduardo Harry Birgel proferir palestra sobre a Escola de Medicina Veterinária de São Paulo, com a retrospectiva histórica da atual Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP.

-----> A Passagem do Ensino da Veterinária em São Paulo, clique aqui...


-----> As razões básicas para preparação da palestra, clique aqui...

11 de novembro de 2014 às 20h33


A Academia Paulista de Medicina Veterinária-apamvet tem intensificado suas pesquisas para recuperar a história da Veterinária no Estado de São Paulo. Os resultados que forem sendo alcançados serão formatados e gradativamente inseridos na pagina eletrônica da Arcádia dos Veterinários de São Paulo. Nesta apresentação será dado destaque ao passado da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária – nos remetendo á década de trinta do Século Passado, dando destaque às noticias apresentadas na Revista da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária volume III – nº 5 /6 de setembro de 1933, que tinha como Redator o Professor Otto Pecego. No momento deu-se destaque à edição dos novos estatutos da Sociedade, aprovado na Assembleia Geral realizada em 11 de setembro de 1933; além do mais se dá destaque à eleição da Diretoria da SPMV para a gestão de 1934, completam-se as informações apresentando a relação nominal dos 78 associados da SPMV.

-----> Leia mais, clique aqui...

13 de abril de 2014 às 15h33






 
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